01/07/2010

Carinho materno - Os animais de junho

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03/03/2009

Fw: Quando uma foto não é somente uma foto...muito legal!

 



 

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02/10/2008

Fw: MOISES, receba de presente 3 meses de Você S/A.

 

Prezados amigos ( caras-de-pau )
 
Levei quase 2 horas para responder essa essa pergunta tão... tão.... ideota.
 
Pensei tanto que cheguei numa conclusão à altura.
 
1-Vocês estão de olho nas minhas cocadas e não querem assumir a inteira dependência.
2- Pensam que irão me impressionar com estas indiretas, pois vou sugerir algumas assinaturas que serviriam de grande auxílio à vocês.
 
Vide.
 
 
1- Junior ou Gluglu

 
2 - Mara ou Elba
 
 
3 - Ncolau ou CLÔ
 
 
4 - Vivi ( Joseph )
 
 
5 - Rafa ( Texugo )
 
 
6 - Ricardo ( Magneto )
 
 ou
  Jar Jar S/A
 
 
7 - Ianá ( Chico )
 
 
Chico S/A
 
 
 

11/08/2008

TRANSPORTES: Custo do frete aumenta até 150% no ano

TRANSPORTES: Custo do frete aumenta até 150% no ano

SÃO PAULO, 11 de agosto de 2008


Integra do texto

SÃO PAULO, 11 de agosto de 2008 - Além da vida mais difícil por causa do câmbio e da infra-estrutura precária, os exportadores brasileiros começam a desembolsar mais com os fretes. Somente neste ano, os custos para o transporte marítimo das exportações subiram entre 57% (no caso dos automóveis) e 150% (para o minério de ferro, principal produto embarcado nos portos do país).
O aumento dos fretes vem embalado pela explosão dos preços do petróleo no mercado internacional nos últimos meses. Segundo levantamento do Ministério do Desenvolvimento, cada US$ 10 de alta na cotação do barril representa elevação de US$ 500 por dia no frete de navios cargueiros. Nos últimos 12 meses, o petróleo passou de US$ 71,47 para US$ 115,20 no pregão de Nova York. Nesse período, a cotação chegou a ultrapassar os US$ 145.
Os valores de frete cobrados hoje no país são os mais altos da história. E isso significa maior dificuldade no comércio. Estudo do CIBC (Banco Canadense Imperial de Comércio, na sigla em inglês) indica que esses custos já representam uma tarifa adicional de 9% sobre os produtos comercializados.
A situação no Brasil se torna mais caótica quando o aumento do frete encontra os gargalos de infra-estrutura dos portos. Segundo o consultor de Logística da CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), Luiz Antônio Fayet, a infra-estrutura deficiente causou prejuízo de US$ 3 bilhões a US$ 5 bilhões na recente safra colhida, com o pagamento de multas e taxas por causa de atrasos em embarques e desembarques.
Para o ano que vem, a estimativa é a de que 3 milhões de toneladas de milho e soja deixem de ser plantadas, dadas as dificuldades de escoar a produção. Os dois itens representam 83% da produção total de grãos atual. A soja alcançou 60,1 milhões de toneladas, e o milho, 58,5 milhões de toneladas.
"Os custos do frete já estão provocando redução da produção de soja e milho em vários Estados. Estamos condenando a produção agrícola", afirma.
No ano passado, cerca de 3 milhões de toneladas de soja precisaram ir de caminhão de São Luís (MA) para Santos (SP) e Paranaguá (PR) para serem embarcadas ao exterior.
Industriais e produtores agrícolas também pagam nas importações pelo aumento do frete. As fábricas trazem insumos, como produtos químicos e equipamentos. O campo precisa de fertilizantes, que pagaram US$ 150 milhões em taxas portuárias em 2007 pelas filas para conseguir desembarcar.
Diante dos gastos maiores para exportar e do aumento do consumo no Brasil, a indústria enfrenta quase semanalmente o dilema sobre vender para fora ou no país. "Esse jogo você vai adaptando diariamente. Quando se torna gravoso exportar, ou o empresário suspende, e tem de trabalhar para o mercado interno, ou reduz a produção", afirmou o presidente do Conselho Temático de Infra-Estrutura da CNI (Confederação Nacional da Indústria), José de Freitas Mascarenhas. O setor que sente mais rapidamente a alta nos custos, diz ele, é o químico, que depende de produtos do exterior.
A dificuldade também é maior, segundo o Ministério da Agricultura, porque 40% da frota mundial de navios cargueiros está em construção. As novas embarcações ficarão prontas em três a cinco anos.
Para Flávio Benatti, presidente da Associação Nacional do Transporte de Carga e Logística, o caminho natural é o consumidor pagar a conta. "Nenhuma empresa de transporte tem gordura suficiente para absorver esse aumento."
Geografia
Para o governo brasileiro, o setor privado vai ter de lidar com novos patamares de preços. "Acabou a época do petróleo de US$ 30. O primeiro desafio é reavaliar o grau de competitividade por conta da geografia. A geografia voltou ao cálculo das empresas de comércio exterior, mesmo com a globalização", diz Welber Barral, secretário de Comércio Exterior.
Uma forma de reagir aos custos maiores, segundo ele, é investir em mercados regionais, mais próximos e menos caros de abastecer. Uma saída alternativa será regionalizar a produção, aproximando as fábricas do produto final e a linha de montagem de suas peças.
"Vai ser preciso rever a estratégia, seja na importação de matéria-prima, seja na montagem do produto com insumos importados, diminuindo a diversidade de fontes muito distantes com um modelo "just in time", sem custo de armazenamento", avalia Barral.
Um terceiro efeito do aumento registrado nos fretes, na avaliação do governo, será a possibilidade de ganho de competitividade da indústria para o fornecimento de insumos nacionais, já que os importados ficarão mais caros. "No caso de insumos, existe um risco grande de se importar inflação", afirma o secretário. (Folha de S. Paulo)

 
Atenciosamente.
 
Moisés Barros
Logística - Termoplásticos
Sasil Comercial e Industrial de Petroquímicos Ltda. ( www.sasil.com.br )
Fone:  +55 (11) 5049-7908
Fax:    +55 (11) 5549-7916        
Cel.:    +55 (11) 7265-5782
ID:     55*54*804
 

11/06/2008

Eu me remexo muito

Eu me Remexo Muito!

Rei Julian. Bichinho danadinho que faz a dança do robozinho. Bichinho danadinho, comedor de bolinho Ana Maria, líder supremo das festas mais badaladas de Madagascar e adjacências!

Confesso que fiquei assustado quando comecei a escutar a canção que fiz "Eu me Remexo Muito" na internet, espalhada em vários sites e até em carros de som na rua, promovendo bailes e comemorações.

Essa música deu muito trabalho para ser feita, quase 3 horas no estúdio, tamanha concentração para conseguir seguir o ritmo e a métrica das palavras, como no original. É bom lembrar que sempre que gravamos, utilizamos um programa profissional de computador chamado Pro-Tools, que edita, limpa, corta, estica, comprime, puxa arquivos de áudio, sendo uma verdadeira mão na roda para a dublagem, pois dá pra acertar muita coisa, sem precisar repetir até a exaustão. O grande problema com a minha parte musical em Madagascar, especificamente com essa canção do Rei Julian, foi que quando ela chegou para ser mixada nos Estados Unidos, acabaram desfazendo toda a nossa edição, cancelando os ajustes que demos, comprometendo o ritmo de uma forma que dá pra perceber, é só prestar bastante atenção. A minha canção fica mais arrastada, com um ritmo menor e atrasado, com relação ao compasso no original. Não preciso dizer que eu e a diretora musical Branca (esposa do mestre Mário Monjardim) ficamos bem frustrados com a finalização do nosso esforço. Pois é, justo eu, que já não canto, tento com dificuldade, arranho e dou minhas cassetadas, como se diz, procuro catar cavaco na ladeira e assoviando cana, torcendo pra não albarroar algum carro ou bicicleta no caminho...

Pra me alegrar um pouco com relação a esse resultado, pelo menos, muitas crianças gostaram e ficaram repetindo a música do Rei Julian, mesmo após o filme ter saído de cartaz, o que me deixou mais aliviado.
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